2001: O início de uma Odisseia

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Se lhe perguntarmos acerca dos principais eventos do ano 2001, assim de repente dificilmente se lembrará de algum em concreto.

Claro que é o primeiro ano do novo milénio (e não 2000, que foi o último ano do primeiro…) e aquele que deu o nome a um dos mais emblemáticos filmes de ficção científica de sempre. Muitos associarão para sempre 2001 aos terríveis atentados de 11 de setembro em Nova Iorque. Mas, com a ajuda da Internet, ficamos também a saber que foi o ano em que a Torre de Pisa voltou a abrir ao público (tinha estado encerrada para obras, de forma a impedir a sua contínua inclinação, desde 1990); e também o ano das estreias dos primeiros filmes das sagas Harry Potter, O Senhor dos Anéis e Shrek.

Já no campo da tecnologia houve muito para celebrar e podemos mesmo dizer que 2001 foi um ano verdadeiramente em cheio: assistimos ao lançamento do Apple iPod, do Windows XP, da Wikipédia e… da primeira versão para a Web do LegiX, o LegiX.pt – faz 16 anos, esta semana.

É verdade, este foi o ano que o LegiX entrou de rompante no segundo milénio, reforçando ainda mais o seu papel de líder no campo das bases de dados jurídicas. Com o nome de LegiX.pt, foi então que a Priberam possibilitou a consulta dos conteúdos do LegiX através de um browser de computador.

Sempre a pensar na melhor maneira de ir ao encontro das necessidades dos utilizadores, hoje o LegiX abraçou completamente a Web: com uma interface otimizada e que oferece a mesma funcionalidade em qualquer formato de ecrã, a totalidade dos seus conteúdos pode ser consultada onde quer que haja uma ligação à Internet e em qualquer dispositivo – incluindo smartphones e tablets, que não existiam sequer há 16 anos!

Hoje, a ligação do LegiX à Odisseia iniciada em 2001 e ao filme homónimo, não podia ser mais concreta: é que tal como o computador H.A.L. 9000 imaginado por Arthur C. Clarke para o filme de Stanley Kubrick, também a Priberam está dotar o LegiX de Inteligência Artificial capaz de ajudar os seus utilizadores a tirarem melhor partido das suas potencialidades – e, claro, sem nunca se recusar a abrir portas…

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